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Infraestruturas Viárias, Mobilidade e Transportes
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João Oliveira Leonardo
2017-03-11

Esta é uma das principais entradas da cidade e por ela passam múltiplas carreiras de autocarro. A criação de uma via Bus contínua desde do Marquês de Pombal até à A5 (ambos os sentidos) é portanto tão urgente como barata. O investimento necessário limita-se praticamente a novas marcações rodoviárias e os benefícios para a regularidade e velocidade das carreiras que atravessam este espaço serão imediatos e muito significativos.

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Infraestruturas Viárias, Mobilidade e Transportes
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Rui Amador
2017-09-01

Um dos grandes problemas que limitam um uso maior da bicicleta é o factor segurança. A falta de locais onde colocar a bicicleta em segurança não abunda, tal como não abundam estacionamentos correctos para o fazer. Muitas das soluções em Lisboa são boas para situações de estacionamento temporário, mas a segurança não é só necessária para aqueles casos em que utilizamos a bicicleta em lazer ou a abandonamos por períodos curtos. Lisboa é uma cidade antiga, muitas casas não têm elevador, e muitas que o têm, este não permite levar uma bicicleta dentro. Por este motivo creio que seria uma excelente ideia a CML, à semelhança do que o município de Loures ou o Oceanário fizeram, adquirir cacifos para se guardar a bicicleta em segurança. Seja com chave ou com uma APP com utilizadores registados, esta solução seria muito útil para todos os bairros, sobretudo os com edificado mais antigo.

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Direitos Sociais (Infância, Juventude, Idosos, Igualdade, Pessoas com Deficiência)
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JoanaSantos
2017-11-08

O Colombo fechou muitos negócios de rua e alterou programas familiares de fim de semana. 1- Os trabalhadores de centros comerciais sofrem em demasia com este tipo de horários, isto não se vê em países económica e socialmente em melhores condições que o nosso (Suiça ou a Dinamarca). É um trabalho extremamente desgastante que causa stress na vida das famílias dos mesmos, não proporcionando um ordenado adequado a este tipo de esforço. 2 - Benfica tem muitos lugares de lazer, poderia ter mais. O Colombo drena esses lugares, não existe nenhuma cultura em passear por um centro iluminado com luzes artificiais que devem custar imenso dinheiro, não existem espaços para crianças correrem e o ar não é puro, mas sim proporcionado por maquinas de ar condicionado. No verão está calor, temos muitas sombras na mata de Benfica e no Monsanto, também temos chafarizes, se bem que poucos, temos esplanadas a cada esquina. No inverno a mesma coisa. Nos países nórdicos ou chuvosos as pessoas não se fecham em casa, saem. O Colombo retira aos habitantes de Benfica o significado de ser livre de certo modo, de sentir a natureza, de ter uma conversa de café com os amigos, etc. 3 - Fechar às 00h00 é um atentado ao bom senso, desgasta física e psicologicamente os trabalhadores em troca de uns trocos. Se formos avaliar estes trabalhadores e a sua saúde daqui a uns anos, se calhar o estado vai acabar por gastar mais em consultas médicas e medicamentos do que o dinheiro ganho neste tempo.

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Estrutura Verde, Ambiente e Energia
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2017-11-02

Como é sabido, ao longo dos últimos anos, as palmeiras têm sido alvo de uma epidemia um pouco por todo o país, por parte de uma espécie de escaravelho que delas se alimenta provocando nelas a degradação e mesmo a morte. Lisboa não foi excepção, aliás as espécies da capital foram altamente atingidas por esta epidemia. Tenho reparado recentemente que, após os abate de muitos destes exemplares ( inevitáveis devido ao avançado da doença ) estas são depois substituídas por outro tipo de árvore, maioritariamente por espécies sem grande impacto paisagístico. A Palmeira é uma espécie há muito presente na paisagem de Lisboa, iconica até diria ( lembremos nos da vista do miradouro das portas do sol e da presença constante de um exemplar marcante ), que proporciona à cidade uma atmosfera mais exótica e um ambiente Mediterrânico característico de todo o sul da Europa ( bem sei que não é autóctone, mas há muitos anos que faz vai fazendo parte da paisagem do sul da Europa). Vinha então por este meio sugerique, quando possível as palmeiras sejam substituídas por outras espécies de palmeira ( mais resistentes se possível, já que a mais afectada é a palmeira das canárias ) porque me custa assistir ao desaparecimento das mesmas nos últimos anos, sendo uma árvore que como já referi, na minha opinião valoriza bastante a paisagem urbana. Sei que tratar das doentes e ter que abatê-las é dispendioso mas penso que a cidade perde ao perdê-las também. Obrigado pela atenção e pela oportunidade.

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Cultura
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Evandro Siqueira
2017-10-25

O projecto “Cavalinho didáctico” é uma ideia que vai ao encontro da preservação da cultura e tradição Popular Lisboeta, como é o caso das marchas populares. O projecto pretende demonstrar de uma forma didáctica, qual a importância do Cavalinho musical nas marchas Populares de Lisboa, viajando um pouco pela sua história, desde o passado até ao presente. Terá um narrador/ Cantor, e a execução será efectuada pelo “Cavalinho” de uma forma lúdica e interactiva, através de algumas das mais conhecidas melodias de compositores e intérpretes que marcaram a tradição das Marchas, tornando-as intemporais. Nos concertos didácticos existirão adereços alusivos as marchas de modo a reforçar visualmente a informação transmitida. Este projecto destina-se a ser executado nas diversas Freguesias de Lisboa, sendo os mais novos o público-alvo preferencial.

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Reabilitação Urbana e Espaço Público
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sofialeal
2017-10-25

Gostava que a Cidade de Lisboa apostasse na criação de mais Espaços Verdes. Cada ser humano tem necessidade de uma quantidade média de oxigénio igual à que pode ser fornecida por uma superfície foliar de 150 m2. Tendo por base esta superfície, o valor global considerado desejável para a estrutura verde urbana é de 40 m2/habitante. Esta estrutura deverá ser constituída por duas subestruturas, para as quais se apontam as seguintes dimensões: estrutura verde principal – 30 m2/habitante e estrutura verde secundária – 10 m2/habitante. A estrutura verde principal engloba os espaços verdes localizados nas áreas de maior interesse ecológico ou nas mais importantes para o funcionamento dos sistemas naturais (vegetação, circulação hídrica e climática, património paisagístico, etc.). Com esta estrutura pretende-se assegurar a ligação da paisagem envolvente ao centro da cidade e o enquadramento das redes de circulação viária e pedonal, por integração dos espaços que constituem os equipamentos coletivos verdes de maior dimensão e de conceção mais naturalista. A estrutura verde secundária penetra nas zonas edificadas, apresentando portanto um carácter mais urbano, e modificando-se ao longo do seu percurso, para constituir ora um espaço de jogo e recreio, ora uma praça arborizada, ora um separador entre trânsito e peões.

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